Eventos

Sáb. Set. 23 | horas: 11:00 - 05:00PM
Atividade de Tecelagem com Tear de Pregos
Sáb. Set. 23 | horas: 15:00 - 06:00PM
Workshop: Sabonetes com Gordura Vegetal
Sáb. Out. 07 | horas: 21:30 -
Sons ao Sul
Seg. Out. 09 | horas: 19:30 - 08:30PM
Ginástica de Manutenção
Dom. Out. 15
BTT do Alto Alentejo
Dom. Out. 15
Feira dos Cereais
Sáb. Out. 21 | horas: 10:00 -
Visitas ao Património do Alto Alentejo

ver mais [+]

Fotografias do Municipio

  • Atalaia

    Atalaia

  • Atalaia - Ribeira de Alferreira

    Atalaia - Ribeira de Alferreira

  • Belver - Anta do Penedo Gordo

    Belver - Anta do Penedo Gordo

  • Belver - Anta do Penedo Gordo

    Belver - Anta do Penedo Gordo

  • Belver - Anta do Penedo Gordo

    Belver - Anta do Penedo Gordo

  • Belver - Castelo

    Belver - Castelo

  • Belver - Castelo

    Belver - Castelo

  • Belver - Castelo

    Belver - Castelo

  • Belver - Castelo

    Belver - Castelo

  • Belver - Miradouro do Outeirinho

    Belver - Miradouro do Outeirinho

  • Belver - Ponte sobre o Rio Tejo

    Belver - Ponte sobre o Rio Tejo

  • Comenda - Capela Nossa Senhora das Necessidades

    Comenda - Capela Nossa Senhora das Necessidades

  • Comenda - Parque de Merendas

    Comenda - Parque de Merendas

  • Comenda - Parque de Merendas

    Comenda - Parque de Merendas

  • Gavião - Alamal

    Gavião - Alamal

  • Gavião - Alamal (foto de Luiz Alexandre)

    Gavião - Alamal (foto de Luiz Alexandre)

  • Gavião - Largo do Município

    Gavião - Largo do Município

  • Gavião - Pelourinho

    Gavião - Pelourinho

  • Margem - Busto Mouzinho da Silveira

    Margem - Busto Mouzinho da Silveira

  • Margem - Monte dos Pereiros - Fonte

    Margem - Monte dos Pereiros - Fonte

  • Atalaia - Fonte de Santo António

    Atalaia - Fonte de Santo António

  • Atalaia - Ribeira de Alferreira

    Atalaia - Ribeira de Alferreira

  • Atalaia - Ribeira das Barrocas

    Atalaia - Ribeira das Barrocas

  • Belver - Ribeira de Belver

    Belver - Ribeira de Belver

  • Belver - Ribeira de Canas

    Belver - Ribeira de Canas

  • Belver - Ribeira de Eiras

    Belver - Ribeira de Eiras

  • Comenda - Cegonhas

    Comenda - Cegonhas

  • Comenda - Vale de Grou - Fonte

    Comenda - Vale de Grou - Fonte

  • Comenda - Ribeira do Sor

    Comenda - Ribeira do Sor

  • Comenda - Ribeira do Sor

    Comenda - Ribeira do Sor

  • Comenda - Ribeira do Sor

    Comenda - Ribeira do Sor

  • Gavião - Alamal

    Gavião - Alamal

  • Gavião - Alamal - Passadiço

    Gavião - Alamal - Passadiço

  • Gavião - Coreto

    Gavião - Coreto

  • Gaviao - Largo do Municipio

    Gaviao - Largo do Municipio

  • Gavião - Ribeira da Represa

    Gavião - Ribeira da Represa

  • Gavião - Rio Tejo

    Gavião - Rio Tejo

  • Gavião - Termas da Fadagosa

    Gavião - Termas da Fadagosa

  • Margem - Rebanho de ovelhas

    Margem - Rebanho de ovelhas

  • Margem - Ribeira do Sor

    Margem - Ribeira do Sor

  • Margem - Vale da Madeira - Fonte

    Margem - Vale da Madeira - Fonte

  • Margem - Vale de Bordalo

    Margem - Vale de Bordalo

  • Gaviao - Largo do Municipio

    Gaviao - Largo do Municipio

  • Atalaia - Fonte de Santo António

    Atalaia - Fonte de Santo António

  • Atalaia - Moinho Ribeira das Barrocas

    Atalaia - Moinho Ribeira das Barrocas

  • Atalaia - Queda de água no açúde do moinho na Ribeira Alferreira

    Atalaia - Queda de água no açúde do moinho na Ribeira Alferreira

  • Atalaia - Ribeira da Alferreira

    Atalaia - Ribeira da Alferreira

  • Belver - Avi-fauna - paisagem do Rio Tejo

    Belver - Avi-fauna - paisagem do Rio Tejo

  • Belver - Barragem de Belver - Vista do Cabeço do Pintalgaio

    Belver - Barragem de Belver - Vista do Cabeço do Pintalgaio

  • Belver - Ribeira da Areia

    Belver - Ribeira da Areia

  • Belver - Ribeira de Belver

    Belver - Ribeira de Belver

  • Belver - Ribeira de Canas

    Belver - Ribeira de Canas

  • Comenda - Paisagens

    Comenda - Paisagens

  • Comenda - Paisagens

    Comenda - Paisagens

  • Comenda - Ribeira do Sor

    Comenda - Ribeira do Sor

  • Gavião - Largo do Município

    Gavião - Largo do Município

  • Gavião - Passadico do Alamal

    Gavião - Passadico do Alamal

  • Fotos do Concelho - Diversas 201401

    Fotos do Concelho - Diversas 201401

  • Fotos do Concelho - Diversas 201401

    Fotos do Concelho - Diversas 201401

  • Gavião - Praia Fluvial do Alamal

    Gavião - Praia Fluvial do Alamal

  • Gavião - Praia Fluvial do Alamal

    Gavião - Praia Fluvial do Alamal

  • Gavião - Ribeira do Malufe

    Gavião - Ribeira do Malufe

  • Margem - Fonte Velha em Vale de Bordalo

    Margem - Fonte Velha em Vale de Bordalo

  • Margem - Ribeira do Sor

    Margem - Ribeira do Sor

  • Rio Tejo

    Rio Tejo

contact 1
 
Apoio ao Munícipe  
241 639 070
 
Sugestões Para: 
Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
 

Castelo de Belver

castelo de belver 20140116 001

castelo de belver 20140116 002

castelo de belver 20140116 003

castelo de belver 20140116 004

O Castelo de Belver tem na sua génese a concorrência de todo um conjunto de circunstâncias, que em si constituem o suporte da luta que os nossos primeiros monarcas encetaram pela consolidação da independência e expansão do território português, no sentido do sul muçulmano. O movimento da "reconquista cristã" na Península Ibérica, inserido no quadro do desenvolvimento e expansão da Europa dos séculos XII e XIII (as Cruzadas), está na origem da fundação do reino de Portugal, cujo território, constituído na luta antimuçulmana para sul, até à conquista do Algarve por Afonso III, que marcaria o fim de praticamente cinco séculos de domínio árabe em território hoje português. A outra frente desta mesma luta pela autonomia, situou-se no eixo oriental, contra as quase constantes ambições de absorção de Portugal por parte dos reinos vizinhos de Leão e Castela, que iam mantendo vivo o velho ideal da unificação cristã peninsular.
Afonso Henriques, Sancho I, Afonso II, Sancho II, e Afonso III, são os monarcas que conduzem o processo de expansão e consolidação territorial, que se caracteriza essencialmente pelo primado da mobilização da máquina de guerra, em constante actividade, ora avançado para o sul, ora recuando, ao longo das linhas naturais que arduamente se defendiam. Fortificar, colonizar, seriam os vectores da política real, a melhorar a defesa seria a ocupação do solo por uma população estável, que a qualquer momento pudesse acorrer em sua defesa. Afonso Henriques havia conseguido notáveis progressos no avanço cristão em direcção ao sul, mas a ausência de uma política real de colonização tornou frágeis as possibilidades de defesa das praças conquistadas, nomeadamente no Alentejo. Assim sendo, a ofensiva árabe desencadeada por Iacub Al Mansur em 1190, fez recuar a presença cristã em solo alentejano até à linha do Tejo, com excepção de Évora.
Essencialmente a preocupação de Sancho I no aspecto militar é consolidar o território cristão ao longo da linha do Tejo, dando-lhe possibilidades de defesa e, por isso mesmo, promovendo o seu povoamento progressivo. Na zona compreendida entre Santarém, Abrantes e Vila Velha de Rodão, ao longo do Tejo, vão-se desencadear diversas acções de povoamento e fortificação, cabendo à zona hoje ocupada por Belver, um papel essencial na defesa do referido eixo. Tal tarefa é atribuída pelo rei à Ordem Militar do Hospital, a quem faz a doação da zona chamada de "Guidintesta", que se estendia pelas suas margens do Tejo, denominada estrategicamente pelo ponto onde Sancho I manda erguer o Castelo de Belver. (Carta de Sancho I em 13/06/1194): ..."Vobis clomno Alfonso Pelagii Hospitalis... terra que vocatur Guidintesta, in qua concedimus vobis ut faciatis castellum cui imponimus nomen Belver".
Iniciado logo a seguir à doação do rei Afonso Pais, prior da Ordem dos Hospitalários, o castelo estaria concluído em 1212, passando a funcionar como Casa-Mãe daquela Ordem Militar, substituindo assim a anterior sede situada no Mosteiro de Leça. Segundo o testamento de Sancho I, citado na crónica de Rui de Pina, ficaria à guarda do prior do Hospital, na fortaleza de Belver, uma parte importante dos 500.000 maravedis de ouro e dos 1.400 marcos de prata destinados àquela Ordem, bem como as esmolas que o testamento previra. Segundo os historiadores, Belver teria funcionado como Casa-Mãe dos Hospitalários durante praticamente um século, até que em 1350 a sede muda para o Crato, por determinação de D. Álvaro Gonçalves Pereira, que era então o prior daquela Ordem. Em 1390, D. Nuno Álvares Pereira, chefe militar do rei D. João I, encarregou-se da ampliação e melhoramento do Castelo de Belver, sendo a traça destas obras aquela que permaneceu até aos nossos dias, em que se procedeu ao restauro completo deste monumento por parte da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (nos anos 40).
Para fazer história deste Castelo, poder-se-á partir de três vectores fundamentais que determinaram a sua funcionalidade no tempo. Assim, em primeiro lugar, o Castelo de Belver encontra-se ligado ao sistema político-militar próprio do período inicial da História de Portugal, caracterizado pela conquista do território aos muçulmanos e implantação de sistemas defensivos nas zonas geograficamente estratégicas, de modo a consolidar pela defesa e pelo povoamento, o progressivo avanço do território português em direcção ao sul algarvio. A construção e a primeira fase da vida de Belver teriam estas características, que fundamentalmente dependiam do governo da Ordem Militar dos Cavaleiros do Hospital, que tal como as outras ordens religiosas militares se enquadra no espírito da reconquista e da cruzada próprios dos séculos XII e XIII.
O segundo vector que determina a História deste monumento incide já nos finais do século XIV, em que uma vêz estabelecidas as fronteiras definitivas do território português e dominado o perigo muçulmano, se torna necessário garantir a defesa do território face a Castela, sendo essa intenção de Nuno Álvares Pereira quando, em 1390, desencadeia as obras de melhoramentos no perímetro do Castelo. A guerra com Castela, iniciada em 1383, que levaria D. João I ao trono de Portugal por oposição nacional às ambições do rei de Castela, teria o seu lance decisivo na batalha de Aljubarrota, em 14 de Agosto de 1385, mas no entanto, até que a paz fosse assinada em 1411, foi preocupação do rei e do ajudante do campo garantir ao máximo a estabilidade das fronteiras luso-castelhanas, fortalecendo e melhorando o seu sistema defensivo, como será o caso do Castelo de Belver em 1390.
Finalmente com o passar do tempo, o Castelo foi perdendo a função de centro vital na vida política nacional. Tal como no resto do país, a vida urbana viria a impor-se, a guerra ganharia novas facetas do ponto de vista táctico, alterando-se o terreno e os meios a pelejar. O Castelo de Belver terá sido palco, ainda no século XV, de disputas relacionadas com a política interna, como é o caso do confronto entre Afonso V e o regente D. Pedro; no século XIV supõe-se que terá de algum modo tomado parte da resistência à ocupação filipina, ao lado de D. António que era o Prior do Crato. Daí em diante, o Castelo foi sendo progressivamente esquecido, até que nos nossos dias, em 1942, a Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais procedeu ao restauro dos estragos que lhe causou o seu último e pior inimigo: o tempo. Merece especial referência neste conjunto monumental, e dentro do seu perímetro, a Capela de S. Brás, erguida perto da torre que defende a fachada norte do castelo, sempre preservada devido ao carinho com que a população sempre a tratou. De estrutura arquitectónica modesta e de pequenas proporções, a Capela de S. Brás tem como principal atractivo o seu belo retábulo do século XVI, construído com a finalidade de abrigar as relíquias que se encontram distribuídas pelos vinte e quatro nichos. este conjunto de talha profusamente trabalhado, de influência nitidamente renascentista é, sem dúvida, um dos mais valiosos que se encontram nas igrejas portuguesas, quer pelo seu valor histórico como pelo seu elevado sentido estético.

 Mais informações em: www.cultura-alentejo.pt


HORÁRIO:

De Quarta a Domingo: das 10:30h às 13:00h e das 14:00h às 18:00h
DescansoSemanal
: Segundas e Terças feiras

PREÇOS:

- Bilhete Normal: 2,00€
- Jovens entre os 15 e os 25 anos, portadores de cartão jovem, portadores de deficiência, adultos com mais de 65 anos e professores: 1,00€
- Crianças até aos 14 anos: Entradas livres
- Desconto para grupos com mais de 10 pessoas

 

FaLang translation system by Faboba
© 2012 Município do Gavião Todos os Direitos Reservados
ブランドコピー スーパーコピーブランド コピーブランド ブランドバッグコピー ブランドコピー時計 ブランドコピー財布