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Moinhos de Água

moinhos de agua fotoNa pré-história surgem os primeiros moinhos manuais de rebolo em face da necessidade de triturar e moer raízes, frutos e grãos silvestres, para ajudar a alimentação. Estrabão já dizia que este era o método de os nossos antepassados Lusitanos reduzirem as bolotas a farinha.
Das mós manuais se passou para engenhos mais avançados e complexos, que dispensou a força braçal humana em substituição do uso da força de animais. Surgem então os moinhos movidos por animais - a atafona.
A veemente necessidade humana pela mudança das coisas é uma constante ininterrupta, porque só assim a sua vida se tornou mais fácil. Assim sendo, o Homem cedo se apercebeu que havia energias alternativas mais económicas; surgindo então os moinhos hidráulicos, na versão de roda horizontal (moinhos) e roda vertical (azenhas).
Segundo alguns autores "A sua origem permanece ainda envolta de muitas incertezas. As primeiras referências são de carácter literário e remontam ao século I a.C., sendo uma do poeta Antipatro de Salónica (85 a.C.) e outra do nosso bem conhecido Estrabão (63 a. C.). No primeiro século da nossa era, ao referir-se a Itália, Plínio dizia que se usavam " rodas que a água faz girar quando por e/as passava, e assim moem':
Os moinhos que temos na Ribeira de Margem são hidráulicos, porque movidos pela força motriz da água, e de rodízio - dispositivo colocado debaixo do piso destinado a laboração, que recebe a água em queda numa espécie de cascata artificial, vinda por gravidade através de um canal ou agueira em caudal uniforme e por sistema de transvase de um curso de água (ribeira) adjacente, que faz movimentar o mesmo em sentido rotativo. Este, por sua vez, faz girar a mó movente sobre a dormente, através de um eixo, dando-se assim a moagem do cereal. Felizmente no nosso concelho ainda existe um moinho em actividade no Vale de S. João.
No seu grosso são construções de um piso, com interior amplo e implantadas nas margens dos cursos de água, em posição onde se favorecia o aproveitamento do declive das águas e de defensiva as cheias ou enxurradas.
O canal de transporte de água para o moinho tinha ligação directa numa das extremidades laterais do paredão da represa, na margem onde se situava o moinho, a jusante. Estes açudes eram construídos exclusivamente para essa finalidade e permitiam, através do represamento de água, o contínuo funcionamento do moinho em períodos do ano de fraca pluviosidade - Verão. Trata-se de uma tecnologia tradicional, associada a indústria da panificação, que teve a sua primordial importância nos séculos VIII, XIX e início do XX. Por força da inovação tecnológica estes engenhos de cunho popular caíram em desuso na segunda metade do século XX em Portugal, devido à introdução de sistemas motorizados autónomos.
Estas construções são a prova evidente de como a sabedoria popular soube explorar as potencialidades naturais sem provocar desequilíbrios e impactes ambientais. Uma relação amiga e saudável do homem com a natureza, que se recomenda nos nossos dias, uma vez que o ambiente é tantas vezes desrespeitado e violentado por motivações dúbias.
Os moinhos, dispersos nos lugares mais aprazíveis e vistosos da ao longo da Ribeira de Margem, guardam imaginários, histórias e histórias curiosas que só a recordação dos populares de idade avançada sabe contar e narrar (existe, editado pela Câmara Municipal de Gavião registo em DVD e VHS do funcionamento dos Moinhos de Água).
Presume-se que os moinhos de água tenham sido introduzidos em Portugal pelos Romanos, pois eram vulgares em Roma no século I. Os Visigodos, no século V; já os consideravam de uso generalizado na Península Ibérica.
Os moinhos que o tempo não apagou do mapa do nosso concelho são um singular marco do engenho e arte das nossas gentes e autenticas relíquias da arquitectura e tecnologia popular, na bucólica e silenciosa paisagem que os protege sem por vezes se conseguir evitar a sua degradação.

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