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Incêndios 2017 - Debate sobre o futuro da floresta

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Com a participação do secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Miguel João de Freitas, decorreu na noite de quarta-feira, 22 de Novembro, um debate na Casado Povo, bastante participado, e que teve como moderador João Galinha Barreto, fazendo parte do painel o presidente da Câmara, José Pio, o Comandante Operacional Centro-Sul da Autoridade Nacional de Protecção Civil, Luís Belo Costa, e o professor doutor José Massano Monteiro, da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Para além de produtores florestais, agricultores e público interessado, na assistência marcaram presença o 1o e 2o CODIS de Portalegre, o presidente da Câmara do Crato, Joaquim Diogo, o presidente da Assembleia Municipal de Gavião, Paulo Pires, presidentes das Juntas de Freguesia e outros autarcas, um representante do IPP, técnicos florestais e comandantes operacionais municipais, nomeadamente de Gavião, Crato, Nisa, Elvas e Alter, Comandantes de Bombeiros e Bombeiros, representantes do ICNF, da GNR, das ZIF, Associações de Caçadores, etc..
Do debate não resultaram grandes soluções mas pontos de reflexão.
Depois da introdução a cargo do vice-presidente da Câmara, António Manuel Severino, foi apresentado um vídeo ilustrativo do drama vivido em Gavião, e em especial na freguesia de Belver, com 6.800 hectares ardidos, 22,8% da área do concelho afectada e 500 mil euros de prejuízos em infraestruturas municipais.

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Estabilização de emergência

Galinha Barreto fez uma reflexão inicial, a partir da qual deu o mote ao debate com a questão para o futuro: «O que queremos?»
O governante salientou que «não devemos cometer os mesmos erros no futuro», sublinhando que é preciso «perceber os do passado» e fazendo passar a mensagem de que «ou tratamos do que temos, já, ou temos mais um drama no futuro», defendendo a necessidade imperiosa de «estabilizações de emergência» porque «podemos perder solos», dando a conhecer existirem duas candidaturas no concelho de Gavião, uma da ZIF e outra do Município.
O secretário de Estado fez o apelo para que se façam as operações de estabilização «já», pois os projectos serão todos aprovados e pagos. Por isso pede para que «vamos para o terreno fazer o urgente».
Outra preocupação são os parques para armazenamento de madeira, pois «há oito milhões de metros cúbitos para comercializar e o mercado consome quatro» por ano.
O governante garantiu também que «estamos a tratar» dos apoios «para quem perdeu uma máquina agrícola ou florestal», mas mostrou-se igualmente preocupado «com o que não ardeu», estando definidas «17 áreas» que é preciso proteger com urgência, caso de toda a zona do Parque Natural da Serra de S. Mamede.

Eucaliptal abandonado

No cômputo geral e segundo o secretário de Estado, arderam 100.000 hectares de pinhal e 90.000 de eucaliptal, declarando Miguel João de Freitas encontrar-se «mais preocupado com a área de eucaliptal abandonado», que se estima entre «100 a 150 mil hectares», do que com o crescimento de eucaliptal, que foi apenas da ordem dos cinco mil hectares, segundo revelou.
Anunciou depois o governante que «quem quiser voltar a fazer (eucaliptal) onde havia, pode», mas «quem quiser fazer plantações diferentes será apoiado».
Neste quadro o Governo quer as CIMA’s como «novas parceiras para planear a floresta», porque, defende o governante, «é necessário gerir (o território) de forma intermunicipal», até porque «não é tempo de cada um fazer o que quer mas de todos juntos fazermos o necessário», e anunciou a criação de «brigadas de sapadores florestais para as CIMA’s», explicando que «os proprietários limpam o que têm de limpar, e quem não limpar, limpa o município com as brigadas», dizendo que haverá verbas na ordem dos 46 milhões de euros para os municípios, e dizendo ainda que «se tivéssemos essas brigadas já estariam a fazer as estabilizações de emergência.
Miguel João de Freitas defendeu que é preciso ter bons gabinetes de técnicos florestais, que é preciso ter um técnico florestal em cada CIMA e que é necessário negociar com os municípios em conjunto e com as ZIF as acções territoriais.

Criação do estatuto de pequeno agricultor familiar

No período de debate propriamente dito foram colocadas questões muito pertinentes, como sejam a de que «devem ser todos tratados por igual», seja em termos de alimento para animais, de reposição de efectivos ou o porquê de existirem projectos pilotos financiados para uma zona e não para outras.
A questão do «mercado imperfeito», com apenas dois players a comprar eucalipto foi outra questão, tal como a «necessidade de soluções concretas para reactivar as economias locais».
O facto de os apoios serem os mesmos para animais estabulados ou em pastoreio foi apontado como um erro e, de entre outras, ressalta a observação pertinente de que «se os espaços em redor das aldeias estiverem trabalhados, a aldeia está segura».
Muitas mais questões foram levantadas e a dado passo o secretário de Estado, que chegou atrasado por impossibilidade de estar mais cedo, e saiu antes das restantes intervenções mas «não quis deixar de vir», salientou que «não houve uma passagem geracional na floresta como na agricultura», e aponta que serão dados os primeiros passos para ajuda aos jovens empresários, anunciando que será criado o estatuto do pequeno agricultor familair para quem tenha um volume de negócios de até 30 mil euros.
O secretário de Estado defendeu ainda a necessidade da criação de uma «voz forte» no sector florestal, preconizando a criação de uma confederação.
Depois das intervenções de Massano Monteiro e de Belo Costa, o presidente da Câmara elogiou a postura e permanente disponibilidade do ex-secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, o trabalho dos bombeiros e da Protecção Civil, bem como do Gabinete Técnico-Florestal do concelho coordenado por Júlio Catarino, sublinhando ser esta uma primeira abordagem sobre um problema complexo e urgente em que a Câmara estará atenta e completamente empenhada.

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Fonte: www.jornalaltoalentejo.com

 

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