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    Belver - Anta do Penedo Gordo

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    Comenda - Ribeira do Sor

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Pequito Rebelo

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José Adriano Pequito Rebelo nasceu em Gavião, no Alto Alentejo, a 21 de Maio de 1892, e veio a falecer em Lisboa a 22 de Janeiro de 1983.
Pequito Rebelo licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra.
Combateu na Flandres como oficial miliciano de Artilharia do Corpo Expedicionário Português (CEP) na Primeira Grande Guerra.
Monárquico, é um dos fundadores do movimento conservador Integralismo Lusitano. Influenciado por Charles Maurras, também considera que a necessidade da monarquia pode ser demonstrada como um teorema.
Grande proprietário agrícola, foi um inovador no amanho e cultivo dos campos.
Concebe em 1917 um novo método para a produção do trigo, o chamado método integral ou método integrado da produção do trigo, que alcança algum sucesso científico no estrangeiro, principalmente em Itália, sendo referido em vários tratados gerais de agricultura. Na Herdade do Polvorão tinha oficinas onde fazia experiências e construía equipamentos agrícolas.
Participou na denominada Revolta de Monsanto em 1919, na qual foi gravemente ferido. Recuperou, foi julgado, e no tribunal foi absolvido. Foi defendido por um adversário político e seu correligionário no estudo da agricultura científica, Ezequiel de Campos.
No tribunal, em defesa do réu, Ezequiel de Campos afirmou «ser de considerar o esforço de modernização e investigação agrícola, que no campo cerealífero (mais concretamente na cultura do trigo), Pequito Rebelo desenvolvia e que estava a dar ao país inúmeros benefícios» (1).
Face aos conhecimentos na área agrícola, representou Portugal na Comissão Permanente do Instituto Internacional de Agricultura e em inúmeros congressos da Europa e da América, tendo em 1933 feito parte da delegação portuguesa enviada à Conferência Económica de Londres.
Na Guerra Civil de Espanha esteve ao lado dos Nacionalistas como voluntário, disponibilizando o seu avião particular para missões políticas e diplomáticas. Para tal, muito importante foi a pista de aviação construída na sua Herdade do Polvorão, na freguesia da Comenda.
Teve importante papel no combate que os integralistas lusitanos desenvolveram contra o Salazarismo e na desvinculação dos monárquicos ao Estado Novo. (2)

pequito rebelo 002


Em 1949 candidatou-se a deputado por uma lista de independentes no distrito de Portalegre.
Em 1950 é um dos subscritores da atualização doutrinária do Integralismo Lusitano intitulada «Portugal Restaurado pela Monarquia».
A partir de 1961 foi apoiante acérrimo da política do Estado Novo em relação ao Ultramar.
Durante as guerras de África (1961-74), colocou-se ao serviço das forças militares portuguesas em Angola, integrando, com o seu avião particular, as «Formações Aéreas de Voluntários» (FAV's). Não deixou, por isso, de se manter como membro destacado nas movimentações monárquicas de oposição ao Estado Novo, acompanhando e incentivando todas as ações visando o seu derrube ou a divulgação dos princípios do Integralismo Lusitano, como o lançamento da «Editora Biblioteca do Pensamento Político», a constituição do movimento da «Renovação Portuguesa», etc.. Em 1969, embora não fosse candidato a deputado, transformou a sua casa de Lisboa em sede de campanha da Comissão Eleitoral Monárquica. (3)
Após o 25 de Abril de 1974, permaneceu num combate por vezes virulento nas páginas dos jornais conservadores, mostrando a sua discordância face à denominada Reforma Agrária e também em relação ao rumo que o país seguia política, económica e socialmente.
Em 1975, foi expropriado dos bens fundiários que detinha no Alentejo. Durante o chamado PREC, veio a estar na primeira linha do combate contra a sovietização dos campos e da política portuguesa. (4)
Esteve na génese e ligado a jornais como “A Monarquia” e a revistas como a “Nação Portuguesa”, e financiou publicações. A sua escrita era viva e contundente, e tem vasta obra publicada.
De entre as condecorações que recebeu, destaca-se a Ordem Militar de Torre e Espada.
Foi empossado no cargo de conselheiro do Duque de Bragança, em 1 de Dezembro de 1978, cargo que manteve até à sua morte. (5)
Faleceu com 90 anos, e foi a enterrar em Anadia.
Entre outras, José Adriano Pequito Rebelo publicou as seguintes obras:
- Pela Dedução à Monarquia, 1922
- Cartilha do Lavrador, 1922
- A Terra Portuguesa, 1929
- O desastre das reformas agrárias, 1931
- La Conférence de Londres et la Crise Mondiale, 1934
- Espanha e Portugal - Unidade e Dualidade Peninsular, 1939
- Meditações de Fátima, 1942
- O Método Integral, 1942
- O Aspecto Espiritual da Aliança Inglesa - Ensaios de Crítica Histórica, 1945
- Em Louvor e Defesa da Terra, 1949
- O Meu Testemunho, 1949
- As Eleições de Portalegre, 1950
- Tradição e Ultramar, 1961
- Um Documento Revelador, 1974
- Boas e Más Reformas Agrárias, 6 vols., 1975
- A Invasão Soviética do Alentejo, 1979
http://aterradoaltoalentejo.blogs.sapo.pt/155393.html (3) (4) http://www.angelfire.com/pq/unica/il_pequito_rebelo.htm

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Quando em 1949 José Adriano Pequito Rebelo chefiou uma lista agrária independente nas eleições para a Assembleia Nacional, tal facto gerou forte polémica com a candidatura da União Nacional e com o Partido Comunista.
Desse combate político Pequito Rebelo publicou um livro de 64 páginas, onde se inclui a correspondência trocada entre Pequito Rebelo e o Governador Civil de Portalegre, João Augusto Marchante, e publicada no «Diário de Lisboa», as «Palavras de Salazar: Manifesto publicado durante a campanha eleitoral», e também carta a António de Oliveira Salazar e ao presidente da Assembleia Nacional.
A Lista B era composta por André de Melo e Castro Ribeiro, João Picão Caldeira, Jorge Bastos e José Pequito Rebelo.
in, http://avozportalegrense.blogspot.pt/2012/06/jose-adriano-pequito-rebelo.html
Em Maio de 1922, com António Sardinha, Pequito Rebelo é um dos subscritores por parte do Integralismo Lusitano do documento que suspende a sua atividade de organização política, em consequência do denominado Pacto de Paris, que foi firmado entre os ramos absolutista e liberal sobre a sucessão dinástica.
António Maria de Sousa Sardinha (Monforte, 9 de Setembro de 1887 - Elvas, 10 de Janeiro de 1925) e José Adriano Pequito Rebelo mantêm uma relação estreita, só terminada pelo desaparecimento precoce de António Sardinha.
Mais novo que Sardinha, Pequito Rebelo será seu discípulo, mantendo vivo o Ideal Monárquico que ambos tão ferverosamente professavam.
in, http://www.angelfire.com/pq/unica/il_doc_1922_pacto_de_paris.htm
Integralismo Lusitano é um movimento político surgido em Portugal após a implantação da república, em 1910, integrado numa corrente doutrinária que regia contra o demoliberalismo, propondo o Estado orgânico e corporativo, sob a forma monárquica, recolhendo os valores da cultura tradicional portuguesa. (...)
Na produção teórica do movimento destacou-se António Sardinha (1887 - 1925), vigoroso polemista e historiador. (...)
Definindo-se como integralista, porque entendia a crise nacional no seu todo, da cultura à economia, e lusitano, por acreditar no projeto místico português, superior às instituições e ao território (Sardinha intitulou um dos seus livros Ao Princípio Era o Verbo para realçar o primado espiritual sobre todas as coisas), o movimento declarava-se tradicionalista, monárquico, descentralizador, corporativista, nacionalista e universalista. (...)
in, Nuno Rogeiro, Integralismo Lusitano, Polis, Verbo, Fevereiro de 1985, pgs. 626 a 630.

Textos: Mário Casa Nova Martins
Fonte: jornalaltoalentejo.blogspot.com

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