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Comemorações do 23 de Novembro
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  • Atalaia

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  • Atalaia - Ribeira de Alferreira

    Atalaia - Ribeira de Alferreira

  • Belver - Anta do Penedo Gordo

    Belver - Anta do Penedo Gordo

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    Belver - Anta do Penedo Gordo

  • Belver - Anta do Penedo Gordo

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  • Belver - Castelo

    Belver - Castelo

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  • Belver - Miradouro do Outeirinho

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  • Belver - Ponte sobre o Rio Tejo

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  • Comenda - Capela Nossa Senhora das Necessidades

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  • Comenda - Parque de Merendas

    Comenda - Parque de Merendas

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  • Gavião - Alamal

    Gavião - Alamal

  • Gavião - Alamal (foto de Luiz Alexandre)

    Gavião - Alamal (foto de Luiz Alexandre)

  • Gavião - Largo do Município

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  • Gavião - Pelourinho

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  • Margem - Busto Mouzinho da Silveira

    Margem - Busto Mouzinho da Silveira

  • Margem - Monte dos Pereiros - Fonte

    Margem - Monte dos Pereiros - Fonte

  • Atalaia - Fonte de Santo António

    Atalaia - Fonte de Santo António

  • Atalaia - Ribeira de Alferreira

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  • Atalaia - Ribeira das Barrocas

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  • Belver - Ribeira de Belver

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  • Belver - Ribeira de Canas

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  • Belver - Ribeira de Eiras

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    Comenda - Vale de Grou - Fonte

  • Comenda - Ribeira do Sor

    Comenda - Ribeira do Sor

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    Comenda - Ribeira do Sor

  • Comenda - Ribeira do Sor

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  • Gavião - Alamal

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  • Gavião - Alamal - Passadiço

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  • Gavião - Coreto

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  • Gaviao - Largo do Municipio

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  • Gavião - Ribeira da Represa

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  • Gavião - Termas da Fadagosa

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  • Margem - Rebanho de ovelhas

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  • Margem - Ribeira do Sor

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  • Margem - Vale da Madeira - Fonte

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  • Margem - Vale de Bordalo

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  • Gaviao - Largo do Municipio

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  • Atalaia - Moinho Ribeira das Barrocas

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  • Atalaia - Queda de água no açúde do moinho na Ribeira Alferreira

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  • Atalaia - Ribeira da Alferreira

    Atalaia - Ribeira da Alferreira

  • Belver - Avi-fauna - paisagem do Rio Tejo

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  • Belver - Barragem de Belver - Vista do Cabeço do Pintalgaio

    Belver - Barragem de Belver - Vista do Cabeço do Pintalgaio

  • Belver - Ribeira da Areia

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  • Belver - Ribeira de Belver

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  • Fotos do Concelho - Diversas 201401

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  • Gavião - Praia Fluvial do Alamal

    Gavião - Praia Fluvial do Alamal

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Vilar da Mó

... uma aldeia em vias de extinção

vilar da mo fotoEsta pequena aldeia da freguesia de Belver, concelho de Gavião foi como o próprio nome indica uma vila do tempo dos romanos, onde abundavam as célebres mós manuais com as quais se transformava o cereal em farinha. Muitas dessas mós encontram-se no museu de Mação vem como uma ara dedicada a uma deusa romana que se encontrou no altar da Capela de S. João Baptista que era de alvenaria.
Na década de quarenta a aldeia tinha dezoito moradores e hoje infelizmente está reduzida a seis, dos quais a idade etária é de noventa, oitenta, setenta e sessenta anos. Daqui podemos já concluir que esta é mais uma aldeia, em extinção, o que me faz pena, pois quando eu me criei a minha aldeia tinha escola, capela, que servia as povoações vizinhas Vale de Coelho e Furtado. Vilar da Mó era de facto uma pequena aldeia, onde imperava o espírito de família e comunitário. Ali existia o forno onde as famílias coziam o seu pão que consumiam, pois nesses tempos por ali não havia padeiros. O pão que se comia era o pão de milho, cevada e centeio e em determinadas festas aparecia o pão de trigo, que normalmente chegava à mesa dos ricos e pobres porque todos tinham a sua seara.
As grandes festas eram o Natal, o Carnaval, Quaresma, a Descamisada, a Festa da Malha do Cereal, e ainda a Matança do Porco, que todos tinham o cuidado de criar ao longo do ano. As pessoas eram muito amigas e solidárias e os problemas de cada um eram vividos por todos. Normalmente as pessoas viviam daquilo que cultivavam nas hortas. Todos os seus campos eram verdes, pois toda a gente vivia da agricultura e tinham para além da floresta os rebanhos que ultimamente eram comunitários (cada pessoa guardava o seu dia). Era curioso ver como as ovelhas e cabras e respectivas crias ao findar o dia cada uma se dirigia ao curral do dono sem ser preciso qualquer separação.
Era de facto uma aldeia onde imperava a harmonia e o bem-estar apesar de ser pequena, mas sem dó nem piedade as chamas ferozes e infernais, consomem a floresta e invadem a aldeia deixando em pânico as pessoas apanhadas de surpresa. Algumas tiveram que ser evacuadas e outras como heróis tentaram enfrentar as chamas e defender o seu património.
Três casas, cujos moradores não estavam, foram completamente destruídas bem como todo o seu recreio.
Dias depois da catástrofe, acorri à minha aldeia para confrontar aquela boa gente. As pessoas com lágrimas nos olhos diziam: “Sr. Padre tudo ardeu, mas nós ficámos vivos”.
Isto é bonito de ouvir de pessoas, que têm um sentir de viver cristão. De facto, neste mundo em que vivemos, tudo é passageiro e contingente, mas o mais precioso de tudo é sem dúvida a vida e a saúde. Porém, eu interrogo-me como vai viver esta gente com os seus campos cobertos de cinzas e as pessoas completamente isoladas...
Graças a Deus os governantes e autoridades concelhias estão tentando suavizar as dores e dificuldades das pessoas, mas tudo será pouco para enfrentar tão grande calamidade.
Padre Manuel Narciso Alves

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